Homem estranha caminhoneiro saindo na estrada e percebe que ele está salvando uma vida

Homem estranha caminhoneiro saindo na estrada e percebe que ele está salvando uma vida
Homem estranha caminhoneiro saindo na estrada e percebe que ele está salvando uma vida (Reprodução/Redes sociais)

Andres Nennhuber ficou surpreso com um evento presenciado por ele enquanto dirigia ao longo de um trecho de uma rodovia costeira perto de sua casa, na Argentina. De acordo com o relato, reportado ao The Dodo, tudo começou com o piscar de uma luz de freio.

Na estrada, Andres percebeu um caminhão pulando um trailer à sua frente. O veículo caminhava tranquilamente pelo trecho, até que algo aconteceu. Para a surpresa do rapaz, o caminhão começou a desacelerar e se mover em direção ao acostamento. No início, a atitude foi vista como estranha, mas logo ganhou sentido.

“Eu vi algo muito grande e cinza [na rua]”, disse Andres ao The Dodo. “Primeiro pensei que fosse uma avestruz, o que seria estranho, mas poderia acontecer. Peguei meu telefone e aumentei o zoom. Foi quando vi que era um filhote de leão-marinho.”

Desde então, Andres entendeu a motivação do motorista em ter dado uma pausa no curso. De fato, ter encontrado um leão-marinho em uma estrada foi algo inusitado.

Resgate do animal

Após assistir o motorista largar seu caminhão para salvar uma vida, Andres também decidiu sair de seu carro. O motorista que retirou o animal da estrada alertava aos outros sobre a presença do leão marinho.

“Caminhei 100 metros com ela para devolvê-la ao seu lugar no mar”, disse Andres.

Claramente, optar por deixar o animal na estrada poderia ser uma decisão fácil para qualquer motorista passando pelo trecho. No entanto, o bom coração do caminhoneiro impediu de assistir ao bichinho naquelas condições, sabendo que poderia ter feito algo mas, no final, partir.

No entanto, a história do leão-marinho tomou outro rumo, tendo sido registrada por Andres e publicada nas redes sociais. Assista ao momento:

“[Foi] uma experiência agradável”, disse Andres.

Por Roberto Magalhães

Fonte: Metro