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Idoso de 71 anos é investigado suspeito de sexo com cachorra em Macapá, AP

Vizinhos teriam testemunhado o ato e denunciado à polícia. De acordo com veterinário, exames iniciais indicaram abuso.

Por Jéssica Alves

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Um homem de 71 anos é investigado pela Polícia Civil do Amapá por suspeita de zoofilia, ato de manter relação sexual com animais, no bairro Parque dos Buritis, na Zona Norte de Macapá.

Vizinhos que denunciaram o suspeito contaram à polícia que o idoso teria feito sexo com uma cachorra de rua no quintal da casa onde mora. O caso está sendo apurado pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema).

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Segundo a ONG Unidade de Proteção ao Animal Costelinha, que cuida de animais abandonados e maltratados, os vizinhos do suspeito afirmaram que a prática é recorrente com animais de rua. Uma equipe de polícia foi à casa do suspeito na terça-feira (12).

A cadela supostamente abusada foi localizada por membros da ONG ainda na terça-feira. Ela apresentava sinais de agressão nas partes íntimas, conforme a entidade. O animal foi levado para uma clínica veterinária particular no Centro da cidade, onde permanecia internada até esta publicação.

“A vagina da cachorra apresentou sinais de ferimentos e suposto abuso sexual. Ela é um animal muito dócil, mas que está traumatizada, por causa da violência que sofreu”, contou o estudante Victor Hugo Fernandes, integrante da ONG que fez o resgate do animal.

Segundo o delegado Sávio Pinto, da Dema, o suspeito negou que tenha praticado o ato. Ele foi intimado a prestar depoimento no dia 19 de janeiro. “Ele negou que pratica a zoofilia, mas as provas apresentadas pelas testemunhas são fortes. A cadela apresenta sinais visíveis de abuso em seu órgão sexual”, falou o delegado.

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De acordo com o médico veterinário Denis Magalhães, que prestou os primeiros atendimentos ao animal, exames iniciais indicavam abuso. O animal continuará em observação na clínica, onde poderá passar por cirurgia, informou.

“Quando fizemos o exame no espaço vaginal, percebemos um aumento no diâmetro da região perineal. E toda vez que nos aproximamos desta região, o animal fica com taquicardia. Ela se mostrava com receio de que tocássemos naquela região”, informou o veterinário.

A Dema aguarda o laudo com o resultado dos exames. “O artigo 32 da lei de crimes ambientais é claro quanto a isso. Isso é uma perversão e o suspeito poderá responder e será encaminhado ao juizado especial criminal. O animal foi resgatado e passará por tratamento”, informou o delegado.

Fonte: G1

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