Jovens são autuados após arrastarem tatu pelo rabo em passeio de moto

Jovens são autuados após arrastarem tatu pelo rabo em passeio de moto
Montagem/Divulgação Polícia Militar Ambiental

Dois jovens de 18 anos foram autuados pela Polícia Militar Ambiental após postarem nas redes sociais um vídeo em que arrastam um tatu pelo rabo durante um passeio de motocicleta em Santo Anastácio, interior de São Paulo. Cada um pagou uma multa de R$ 3 mil.

Os rapazes foram identificados na sexta-feira (15/3), após postarem um vídeo dos maus-tratos nas redes sociais. Nas imagens que viralizaram na região, o garupa carregava o tatu pelo rabo.

A dupla contou aos policiais ambientais que soltou o animal perto da casa de um deles e que estava apenas “zoando”.

Segundo a Polícia Ambiental, eles disseram que não imaginavam que o vídeo teria tamanha repercussão. Além da multa de R$ 3 mil para cada jovem, eles responderão criminalmente por maus-tratos a animal silvestre.

Jabutis em cativeiro

Em outra ocorrência, a Polícia Ambiental multou um homem de 54 anos por manter em cativeiro em sua casa, em Adamantina, sete jabutis sem autorização do órgão ambiental competente.

O flagrante foi feito na quinta-feira (14/3). O homem foi autuado por manter em cativeiro espécime de fauna silvestre e recebeu uma multa de R$ 3.500

Por estarem em boas condições, os animais foram devolvidos ao habitat natural.

Corte de vegetação nativa

Também na sexta-feira (15/3), um fazendeiro de Marabá Paulista, um homem de 64 anos, foi multado em R$ 19,5 mil por destruir 3,55 hectares de maciço florestal em estágio inicial de regeneração em sua propriedade.

Fazendeiro de Marabá Paulista foi multado por corte de vegetação nativa pela Polícia Ambiental. foto colorida de área de Marabá Paulista onde ocorreu corte irregular de vegetação nativa - Metrópoles
Fazendeiro de Marabá Paulista foi multado por corte de vegetação nativa pela Polícia Ambiental. foto colorida de área de Marabá Paulista onde ocorreu corte irregular de vegetação nativa – Metrópoles

Segundo a Polícia Ambiental, ele não tinha autorização do órgão ambiental para realizar o corte de vegetação nativa, que foi descoberto após análise de imagens via satélite.

Por Angélica Sales

Fonte: Metrópoles

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