Juiza proíbe agressores de porcos de trabalhar com animais por três anos, mas os livra da pena de prisão

Juiza proíbe agressores de porcos de trabalhar com animais por três anos, mas os livra da pena de prisão

Tradução de Nelson Paim

A juíza determinou um ano de prisão que os acusados não terão que cumprir porque a pena determinada é inferior a dois anos e não existe uma responsabilidade civil de pagamento.

O juízo contra os agressores de porcos de Fuente Álamo foi analisado e sentenciado ontem no seu julgamento penal, número 3 de Cartagena, na Espanha. Durante a revisão oral foram condenados dois dos quatro processados a pena de prisão e a três anos de proibição de trabalhos relacionados com animais.

Assim, a juíza concedeu o pedido da defesa e da acusação de suspender o cumprimento da pena imposta na prisão, posto que não há antecedentes penais, da mesma forma existe uma responsabilidade civil de pagar e o castigo imposto é menor que dois anos.

Os condenados são Antonio Jesús J.H. e Juan Ismael R.R. Os outros dois homens acusados não foram processados em razão de que um não compareceu por motivos que se desconhecem e o outro se declarou “em rebeldia”.

De sua parte a Associação Igualdade para os Animais anunciou que apresentará recurso, pois a pena imposta pela magistrada, de que os condenados participem de um programa de proteção e sensibilização com relação aos direitos dos animais, não lhes parece ser o suficiente.

Assim mesmo Igualdade pelos Animais manterá a causa aberta para que seja julgada e atraiu em quatro dias 70.000 assinaturas para modificar o código penal e chegar a aumentar a condenação dos agressores de animais para que exista um ingresso na prisão com uma pena menor que dois anos.

Por fim insistem que possuem documentados na região mais casos de sadismo contra os animais, em especial em granjas onde batem nos animais.

Fonte: La Cronica

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.