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Lançada a primeira startup vegana do Brasil

Com apenas R$ 15,00 você pode se tornar um investidor da primeira empresa startup de alimentos veganos do Brasil.

manioc logoA empresa que desenvolveu o Mandiokejo (até junho se chamava Quebra-Cabeça e passou a se chamar Manioc) acaba de se lançar como a primeira empresa startup vegana brasileira. E para ser um investidor, a pessoa precisa apenas de R$ 15,00 (quinze reais).

A Manioc optou por se transformar em uma empresa startup para manter seu principal foco no desenvolvimento de novos alimentos veganos e no aprimoramento dos alimentos que já comercializa. A empresa tem muito potencial nesse sentido: o Mandiokejo é o único queijo vegetal em pó e instantâneo do mundo e, além disso, o Soleve e o Bife Vegetal ganharam o prêmio SIAL Innovation 2014, que elegeu os 10 produtos alimentícios mais inovadores do planeta.

Empresas startup de alimentos veganos são muito comuns no exterior, mas a Manioc adotou um modelo bem diferente dos que comumente existem nos Estados Unidos e na Europa.

“A maioria das empresas startups funciona com investimentos de pessoas muito ricas que investem milhões (ou bilhões) em projetos de desenvolvimento de produtos para depois obterem retorno financeiro. Ao contrário disso, o nosso modelo de startup vai ser baseado na Compra Antecipada, uma modalidade da Economia Solidária bastante utilizada para dar suporte à Agricultura Familiar”, explica Ellen Stellet, desenvolvedora do Mandiokejo e idealizadora do projeto.

O modelo de funcionamento desta startup é muito simples:  a empresa criou oito opções de kits com valores a partir de R$ 15,00. Para investir no projeto, o interessado deve fazer uma Compra Antecipada, ou seja: o investidor entra na loja virtual da empresa, escolhe o kit que deseja, faz o pagamento agora e a Manioc envia o kit de produtos em março de 2015 para qualquer lugar do Brasil, com frete já incluso. Todos os produtos da empresa são veganos, livres de glúten e lactose.

Segundo Ellen, “durante esses meses, a empresa utilizará o dinheiro investido pelas pessoas para viabilizar a melhoria dos produtos já existentes e o desenvolvimento de dezenas de produtos inovadores”. Ela afirma que “essa é a lógica da Economia Solidária: construir soluções de interesse coletivo sem o intermédio de empréstimos bancários a juros abusivos”.

A participação no projeto é considerada um investimento por três motivos básicos:

1 – nos kits, os produtos terão um preço diferenciado, ou seja, com a mesma quantia de dinheiro a pessoa vai receber muito mais produtos do que obteria comprando-os de forma avulsa;

2 – os produtos desenvolvidos ao longo do projeto não serão comercializados antes do envio dos kits, então os investidores serão os primeiros a saborear os lançamentos;

3 – contribuir financeiramente com o desenvolvimento de produtos veganos, sempre deve ser considerado uma forma de investimento, pois a substituição cotidiana de produtos de origem animal por produtos de origem vegetal é a salvação para bilhões de animais; tem um impacto ambiental extremamente positivo; tem a capacidade de acabar com a fome no mundo; e é ótima para a saúde das pessoas!

A empresa criou um blog inteiro para explicar detalhadamente o funcionamento deste projeto, lá há também uma página em inglês para divulgação no exterior e uma página com a história da empresa. Confira o site.

Fonte: Manioc

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