Macaco de estimação que viveu em jaula por 5 anos e nunca teve nome finalmente é salvo!

Macaco de estimação que viveu em jaula por 5 anos e nunca teve nome finalmente é salvo!
Fotos: Wildlife Friends Foundation Thailand/Facebook

Quando a Wildlife Friends Foundation Thailand (WFFT) recebeu um telefonema  do tutor de uma fêmea de macaca de cauda longa, explicando que recentemente sofrera um acidente vascular cerebral e não podia mais cuidar do animal, não havia dúvidas de que eles iriam salvá-la.

A macaca foi mantida como animal de estimação por escandalosos cinco anos. Na maior parte do tempo, ela ficava em uma pequena jaula, localizada no jardim. Durante esse tempo, jamais recebeu um nome. Mas agora a WFFT a batizou de Wan Jai, que apropriadamente significa “querida”.

A WFFT recebeu a informação de que Wan Jai tinha sido “resgatada” ainda filhote depois de sua mãe ser morta por um carro. Infelizmente, as lesões desse acidente ainda são visíveis em Wan Jai. Ela tem a coluna deformada, bem como alguns problemas para caminhar e escalar.

Agora, Wan Jai está no WFFT Wildlife Hospital sob a supervisão de sua equipe veterinária, enquanto se acostuma à sua nova vida.

A WFFT tem esperanças de que no futuro Wan Ji esteja integrada a um dos grupos de macacos que vivem em um de seus grandes campos abertos.

Desejamos-lhe nada menos que o melhor, Wan Jai!

De acordo com a WFFT, macacas são comumente consideradas pragas devido à expansão de terras agrícolas em todo o país e, como resultado, sua população está sendo ameaçada. Infelizmente, isso significa que, conforme os seres humanos continuam a invadir o território dos macaques, estes primatas continuarão a ser mortos ou capturados para serem vendidos como animais de estimação. Se quisermos preservar esta espécie selvagem, é imperativo que tratemos cada uma delas com o maior cuidado e respeito. Felizmente, Wan Jai está em boas mãos com a WFFT, e só nos resta esperar que ela se recupere completamente.

Para mais informações sobre a Wildlife Friends Foundation Thailand e como você pode ajudar, clique aqui.

Por Michelle Neff / Tradução de Alda Lima

Fonte: One Green Planet 

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