Matou seu cavalo a facadas por não conseguir puxar a carroça com que estava coletando papelão

Matou seu cavalo a facadas por não conseguir puxar a carroça com que estava coletando papelão

O fato ocorreu na esquina da Rodovia nº21 com a Carlos Casares, em Buenos Aires, Argentina, quando um vizinho matou um animal que estava amamentando seu potro. “Matou por estar fraco”, contaram os policiais.

Alguns dias atrás, os moradores da localidade de Gregorio de Laferrere, Argentina, denunciaram um homem que esfaqueou e matou uma égua que estava amamentando seu filhote na esquina da rodovia nº 21 com a avenida Carlos Cesares. Imediatamente, após uma ligação à polícia (911), um agente policial deteve o homem e informou que este “tinha matado o animal por estar fraco e não servir para puxar sua carroça com a qual ele coletava papelões.”

Ao receberem a notícia, integrantes da organização Ajuda aos Cavalos Maltratados (ACMA) foram ao local e levaram o filhote para salvá-lo de seus antigos tutores. “Trabalhamos contra os maus-tratos aos animais e o uso de animais para puxar carroças e, por isso, ficaremos encarregados deste cavalo que ficou sem sua mãe”, asseguraram ao site E1 Digital.

Ficaremos encarregados deste cavalinho que ficou sem sua mãe”, asseguraram integrantes da ACMA.

Além do mais, indicaram que o sujeito havia cortado artérias e tendões do animal. “Esta égua foi brutalmente atacada porque estava fraca e não conseguia puxar a carroça como seu tutor exigia. Tinha pouca força porque havia parido fazia pouco tempo”, lamentaram.

Enquanto isso, a organização chamou a atenção dos matadouros a tomar consciência sobre os cuidados com os animais. “As carroças estão proibidas e vamos seguir lutando para que nenhum cavalo seja utilizado para o trabalho forçado nestas”, advertiram.

Enquanto isso, a organização chamou à atenção dos moradores da localidade de La Matanza para os cuidados com animais. “A tração com animais é proibida e continuaremos a lutar para que nenhum cavalo seja usado para trabalhos forçados”, alertaram.

Tradução de Maira Lavalhegas Hallack

Fonte: El 1 Digital

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.