México: Suspenso o diretor do zoológico de Chapultepec após morte de Bantu

México: Suspenso o diretor do zoológico de Chapultepec após morte de Bantu

Por Irma Cantillo / Tradução de Nelson Paim

Através de sua conta no Facebook um grupo de ativistas em favor dos direitos dos animais lançou uma campanha para manifestar este fim de semana no zoológico de Chapultepec, em protesto pela morte de Bantú, o único gorila macho das terras baixas ocidentais, no México, que morreu nos preparativos para seu traslado para Guadalajara.

Enquanto isto a comissão de direitos humanos da cidade do México iniciou uma investigação por pressuposta violação ao direito humano a um meio ambiente são para Bantú.

Em sua defesa declarou aos meios de comunicação que este tipo de “evento” resulta em complicações médicas esperadas, “como quando uma pessoa entra na emergência e de repente acaba na cardiologia”.

Foi atendido em todos os momentos por uma equipe de 20 médicos e técnicos especializados dos zoológicos de Chapultepec e de Guadalajara, os quais trataram de reanima-lo por mais de trinta minutos.

Ao final do mês de março deste ano o departamento a cargo da supervisão dos centros de conservação animal da cidade do México informou a morte de Lio, um chipanzé de 31 anos que havia vivido em Chapultepec pelas últimas duas décadas após viver seus primeiros 11 anos de vida em Zurique.

“As causas precisas do falecimento de Bantú se darão a conhecer uma vez que se concluam os estudos hematológicos”, informou a secretaria de meio ambiente da capital mexicana. As autoridades insistem que o traslado foi preparado segundos as recomendações da Associação de Zoológicos e Aquários dos Estados Unidos. O caráter do primata era complicado e explosivo, segundo relevou seu cuidador, Obed del Monte a El Universal.

Bantú ia se casar e encontrou a morte.

Os gorilas da montanha são uma espécie em perigo de extinção já que somente restam 800 exemplares segundo a organização WWF. Isto já não será possível por ele, explicou Rivera, se buscou uma aproximação com o zoológico de Guadalajara para que Bantú pudesse estabelecer um grupo familiar com as fêmeas deste local. “Isto reduz as possibilidades de reprodução da espécie em cativeiro no México”, reconhece Rivera. Bantú era uma das grandes atrações do zoológico da capital, com seus quase 25 anos era um exemplar de 220 quilos e 1.75 cm de altura.

Fonte: Cala d’Or Noticias

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