Hoje, o resgate é feito envolvendo uma série de órgãos, mas o destino é um só: Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Goiânia

Ministério Público de Goiás e órgãos de proteção ambiental se reúnem para debater resgate de animais

Foi realizado na última semana um encontro entre o Ministério Público de Goiás (MP-GO) e órgãos de proteção ambiental para dar continuidade na definição de um fluxograma de resgate de animais silvestres no Estado.

Na ocasião, foram debatidas formas distintas de abordagens e acolhimento dos animais resgatados. O analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Luiz Alfredo Baptista propôs a criação de dois sistemas de resgate: um na Região Metropolitana de Goiânia e outra no interior. Atualmente, o resgate é feito envolvendo uma série de órgãos, mas o destino é apenas o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), situado na capital.

Outro ponto que ganhou destaque na reunião foi a dificuldade de comunicação entre os órgãos envolvidos no resgate de animais. Logo, foi sugerida a criação de grupos de contato visando integrar as diversas frentes envolvidas, além de um canal como porta-voz integrando a sociedade.

Nos últimos cinco anos, 18.842 animais silvestres foram resgatados em Goiás pelo próprio Ibama, Corpo de Bombeiros e técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (Amma).

Por Pedro Lopes

Fonte: Poder Goiás

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