Ministério Público de Roraima denuncia sete pessoas pela prática de rinhas de galo

Ministério Público de Roraima denuncia sete pessoas pela prática de rinhas de galo

Elas são acusadas de crime ambiental, maus-tratos e mutilação de animais. Suspeitos foram presos em flagrante realizando a atividade ilegal em RR.

O Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) denunciou sete pessoas pela prática de rinhas de galo. Os envolvidos são acusados de maus-tratos e mutilação de animais, e devem responder por crime ambiental. Os suspeitos foram presos em flagrante pela Polícia Militar em maio de 2015 realizando a atividade ilegal em uma residência do bairro Nova Cidade, na zona Oeste de Boa Vista.

Consta no Termo de Ocorrência que à época, haviam no local 25 galos dispostos em gaiolas, que conforme laudo médico veterinário, apresentavam uma série de mutilações pelo corpo além de visíveis sinais de maus-tratos.

Na casa onde ocorria a atividade ilegal também foram encontradas esporas de metal e emborrachadas, bem como diversos medicamentos e demais apetrechos que confirmam a prática de rinha de galo. Conforme o promotor de justiça de Defesa do Meio Ambiente, Zedequias de Oliveira Júnior, as rinhas aconteciam em uma arena apropriada para o combate.

“Nesse espaço os animais se enfrentam deliberadamente e são provocados pelos donos e interessados, causando sérias lesões e alguns casos até a morte, tudo com a finalidade de proporcionar lucro e prazer aos realizadores e participantes dos eventos clandestinos e ilegais”, destaca o promotor.

A Lei de Crimes Ambientais prevê detenção de até um ano “por praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. Em razão dos maus-tratos e mutilações de 25 animais, cada suspeito pode receber pena de até 25 anos de detenção.

Fonte: G1

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