Espanha morte treze cavalos

Morte de cavalos durante a romaria para El Rocío é questionada na Espanha

O Governo Andaluz informou que o serviço veterinário da Secretaria de Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural contabilizou 13 cavalos mortos, destacando que as principais causas foram cólicas gastrointestinais, insuficiências cardíacas e acidentes.

Tradução de Flavia Luchetti

A ONG Equo Andalucía lamentou a morte dos treze cavalos durante a última romaria para El Rocío, destacando que cerca de 200 animais foram assistidos pela estrutura sanitária montada especialmente para garantir seu bem-estar, e pediu maior vigilância em relação ao tratamento que é dado nas romarias.

A organização afirma “ser fundamental que tanto romeiros como as autoridades sejam mais conscientes da necessidade de se denunciar quaisquer indícios de maus-tratos aos animais”.

A porta-voz da Equo Andalucía e membro do Escritório Provincial de Huelva, Isabel Brito, aposta em um maior controle sobre os aluguéis dos equinos, pois a maioria dos casos de maus-tratos ocorre em locais que alugam cavalos por horas ou por dias.

“O controle por parte dos cidadãos e das autoridades deve ser mais rigoroso”, insiste, além de pedir sanções mais duras em casos de desrespeito e que se sejam implementados testes de bafômetro e provas de aptidão para cavaleiros e charreteiros, permitindo assim determinar se estes dispõem de noções básicas necessárias para montar um cavalo ou conduzir uma carruagem puxada por animais.

A Equo Andalucía exige que aos animais tenham garantidas suas necessidades básicas como: alimentação, água potável, pausas para descanso a fim de evitar contraturas, lesões musculares e exaustão, utilização de selas adequadas e que não sejam utilizadas ferramentas que produzam feridas e escoriações.

O Seprona (Serviço de Proteção da Natureza) da Guardia Civil registrou três denúncias de supostos maus-tratos aos animais.

Fonte: La Vanguardia

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