Os 14 ‘espetáculos’ mais cruéis com animais segundo a PETA

Os 14 ‘espetáculos’ mais cruéis com animais segundo a PETA

Tradução de Pâmela Miler

A organização PETA publicou em seu site uma lista de 14 eventos cruéis com os animais que ainda existem em todo o mundo. Três deles já foram proibidos ou foram modificados de forma a se adaptar às novas tendências.

Em 2015, por exemplo, os responsáveis ​​pelo templo Gadhimai no Nepal, anunciaram que “era hora de substituir o abate e a violência com a religião e celebração pacífica”, aludindo ao maior sacrifício de animais conhecido até então e que era feito em honra a deusa Gadhimai, em que os peregrinos lhe pediam uma vida melhor acabando com mais de meio milhão de cabeças de gado, de acordo com o Igualdad Animal.

Em maio, a Junta de Castilla y Leon emitiu um decreto-lei que concordava com a suspensão do Festival de Toro de la Vega da forma como era realizado: toda terça-feira depois de 8 de setembro, na cidade de Valladolid de Tordesilhas, conforme informou a delegação da ABC. A regra não proíbe a celebração do festival em si, com as touradas, mas sim, a morte do animal na presença de espectadores, e por isso não poderá ser espetado até que morra.

Um mês antes, em abril, a Comissão de Direitos Humanos do Estado de Yucatán e da cidade de Izamal concordaram em suspender permanentemente a celebração maia tradicional chamada Kots Kaal Pato (Golpear o pato), conforme o jornal La Jornada informou.

Conforme reportado pela organização Humane Society International, se trata de uma tradição que tem sido praticada há cem anos para celebrar San Bartolo, “com a crença equivocada de acelerar a chuva.” O jornal mexicano conta como adultos penduram piñatas (no Brasil também conhecido como quebra-panela ou quebra-pote) cheias de animais vivos, que eles chamam de “insetos” (especialmente iguanas e gambás), capturados na noite anterior por crianças do local. “Não há maneira de escapar, já que o animal que consegue se livrar é jogado de um lado para outro pela multidão e pisoteado”, escrevem eles, e quando estão mortos aparecem os patos, animal que dá origem a este espetáculo. A ave é amarrada pelas pernas em uma estrutura de madeira e vários competidores saltam para rasgar a cabeça com as mãos.

O Festival da Carne de Cachorro de Yulin, na China, que também aparece no índice do PETA, no entanto, ocorreu no dia 21 de junho, e como todos os anos, são empilhadas gaiolas com cães e gatos no mercado da cidade, que são preparados para o prato principal durante a celebração do solstício de verão.

Alguns dos espetáculos mais cruéis com animais do mundo, de acordo com a organização PETA, são:

Balsa de Touros em Tlacotalpan (México): seis touros que tenham sido previamente forçados a beber o conteúdo de uma garrafa de conhaque atravessam um rio cheio amarrados a um dos lados dos barcos, “apenas a sua cabeça para fora”, explicou a ONG Anima Naturalis.

Torneio Lazo (México): um grupo de cavaleiros que lutam contra um ou mais touros que, na investida, ferem os cavalos. As imagens de evisceração que mostram o site Stop Animal Abuse são muito impactantes.

Farra do Boi (Brasil): Eles machucam os bois com pedras, facas, paus e cordas.

Festival Nem Thuong no Vietnã: porcos são amarrados a uma estrutura de madeira e, em seguida, uma pessoa se encarrega de parti-los ao meio com uma espada.

Fonte: El Diario

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