Parlamento de Moçambique alarga penas para abate de espécies protegidas de fauna e flora

A lei, apresentada pelo ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, considera ainda crime a caça com recurso a armas proibidas e armadilhas mecânicas.

Falando no parlamento, Celso Correia, disse que a lei corrige uma lacuna da Lei de Proteção, Conservação e Uso Sustentável da Diversidade Biológica de 2014, que deixava de lado pessoas que financiam a caça furtiva e as que são encontradas na posse de peças de espécies da fauna e flora protegidas.


Nota do Olhar Animal: Em relação aos animais, o ambientalismo preocupa-se fundamentalmente com aqueles em extinção e com o que a falta deles pode afetar ecossistemas e impactar a vida humana. Não hesitam, por exemplo, em promover ou apoiar o extermínio de animais em nome do “equilíbrio ecológico”. Ou seja, advogam em causa própria enquanto espécie. Não há preocupações com os animais não humanos enquanto indivíduos. A visão que ambientalistas, de forma geral, tem dos animais é tal que gera termos como “peças de espécies da fauna”, indicados nesta notícia, revelando uma terrível coisificação dos animais e atribuindo-lhes a condição de meras engrenagens ambientais.

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