PMA busca suspeito de maltratar cachorros no Coronel Antonino, em Campo Grande, MS

PMA busca suspeito de maltratar cachorros no Coronel Antonino, em Campo Grande, MS
Cadela socorrida precisou de atendimento emergencial por estar com órgãos à mostra - Foto: Divulgação

Quatro cachorros, sendo dois deles adultos e extremamente machucados, foram resgatados por entidades defensoras dos animais entre a tarde e noite do último sábado (13). O principal suspeito das agressões, um homem que não teve a identidade revelada, é procurado pela Polícia Militar Ambiental.

Um dos cachorros foi salvo com os órgãos já à mostra, agredido por facadas, no quintal a casa do cidadão, no bairro Coronel Antonino, região norte de Campo Grande.

De acordo com alguns protetores ouvidos pelo Correio do Estado, a ação aconteceu primeiro pelo início da tarde, quando uma cadela foi encontrada em uma rua da região toda machucada, com os órgãos para fora.

Passada algumas horas, moradores do bairro voltaram a acionar protetores, informando que a cadela tinha tutor e que na casa dele haviam mais animais.

Por lá, os protetores encontraram mais uma cadela e dois filhotes, sem nenhum abrigo para se protegerem de sol ou chuva, imundos e sem comer há três dias. A cachorrinha está com muitas lesões de provável facadas pelo corpo e queimadura.

Todos os animais foram socorridos a uma clínica veterinária.

Agora caberá à PMA procurar o dono e suspeito de cometer as maldades. Segundo informações de vizinhos, trata-se de um homem com problemas psiquiátricos, agressivo, que já fora preso por agredir a ex-mulher e ameaçou familiares e outros moradores.

De acordo com o o tenente-coronel Ednilson Queiroz, chefe de comunicação da PMA, uma equipe está de plantão nas cercanias da residência para prender o suspeito assim que ele aparecer. Vizinhos prometeram avisar caso ele seja avistado.

Filhotes resgatados estão bem e podem ser adotados. Interessados precisam passar por entrevista
Filhotes resgatados estão bem e podem ser adotados. Interessados precisam passar por entrevista

Por Rafael RIbeiro

Fonte: Correio do Estado

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