Polícia do DF apura se Naja que picou universitário foi alvo de tráfico de animais

Polícia do DF apura se Naja que picou universitário foi alvo de tráfico de animais
MATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLES.

Polícia Civil do Distrito Federal e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriram investigação para identificar a forma como a cobra Naja kaouthia que picou um universitário na manhã desta quarta-feira (8/7) chegou ao Brasil.

Na lista das serpentes mais venenosas do mundo, o paradeiro da Naja ainda é desconhecido. Quem criava o animal exótico era o universitário Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, 22 anos. Ele está internado em coma induzido na UTI do hospital Maria Auxiliadora, no Gama.

A suspeitas de investigadores da Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema) é que a serpente tenha sido alvo de tráfico internacional de animais exóticos.

No DF, segundo o Ibama, não existe registro, nos últimos anos da entrada legal de uma serpente desta espécie. “Vamos apurar a procedência desta cobra, que naturalmente não chegou ao DF pelas vias normais de importação”, afirmou uma fonte policial ouvida pelo Metrópoles.

Por Carlos Carone e Mirelle Pinheiro

Fonte: Metrópoles

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