Polícia investiga motociclista fotografado arrastando cão em Frutal, MG

Polícia investiga motociclista fotografado arrastando cão em Frutal, MG

Segundo delegado, homem alegou que levava cão morto para enterro. Ele foi ouvido e liberado por não ter sido feito o registro em flagrante.

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A Polícia Civil de Frutal investiga uma situação de maus-tratos a um cachorro que foi visto sendo arrastado através de uma corda por um motociclista. O fato ocorreu no dia 21 de setembro, na Avenida Brasília, no Bairro Novo Horizonte.

O delegado da Polícia Civil de Frutal, Fábio Ruz, afirmou que teve conhecimento do caso através de imagens recebidas via rede social. Segundo o delegado, o motociclista foi localizado no dia 23 e alegou que o animal estava morto e que caiu da motocicleta quando estava sendo levado para ser enterrado. Por não ser constatado o flagrante, o motociclista não foi detido. A apuração do caso ainda não tem previsão de quando será concluída.

“Eu recebi via redes sociais as imagens e iniciamos as investigações, onde identificamos o homem. Ele foi ouvido e foi instaurado um termo circunstanciado de ocorrência para apurarmos os fatos. Ele disse que deixou o animal em um pet shop no sábado, mas ele (cão) fugiu e foi encontrado morto na manhã de domingo, às margens de uma rodovia.

O motociclista também disse que o levou na garupa para fazer o sepultamento em uma outra região da cidade, mas que em um dado momento o cachorro caiu e ele continuou dirigindo a moto até que populares alertaram que o animal estava no chão e sendo arrastado”, relatou.

Ainda segundo o delegado, o homem não foi detido em função de não ter sido feito o registro em flagrante. Entretanto, o termo para apuração detalhada do caso não tem previsão de conclusão. A finalidade é definir as devidas penas para a infração.

“Não foi detido porque não teve o flagrante, já que ele foi localizado na terça-feira (23). Ele apresentou a versão e levantamos mais informações sobre o caso. Precisamos ter o inquérito para que depois ele seja indiciado, processado e, em uma eventualidade, condenado”, explicou.

Fonte: G1

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