Polícia Militar Ambiental resgata pássaros mantidos ilegalmente em cativeiro em Marília, SP

Polícia Militar Ambiental resgata pássaros mantidos ilegalmente em cativeiro em Marília, SP
Fotos: Polícia Militar Ambiental de Marília

Nesta quinta-feira, 15 de dezembro, policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar
Ambiental, destacados no 1º Pelotão em Marília, em atendimento de denúncia pelo bairro Alto Cafezal, apreenderam dois pássaros da espécie Periquitão Maracanã, por estarem ilegalmente em cativeiro, sendo constatado, também, o corte das penas da asa e um deles com aproximadamente 80% do corpo sem penas.

Diante do exposto, os policiais militares ambientais lavraram dois Autos de Infração
Ambiental, no total de R$ 7.000,00, por ter em cativeiro espécime da fauna silvestre nativa, sem autorização do órgão competente e por praticar ato de maus tratos a animais silvestres.

As aves foram encaminhadas para ao centro médico veterinário, onde permanecerão
temporariamente para readaptação e posterior reintrodução em seu habitat natural.

Na esfera penal, o fato de ter animal em cativeiro, configura “in tese” crime contra o meio
ambiente capitulado no artigo 29, §1º, III, da Lei 9.605/98, cuja pena é de detenção de seis meses a um ano e multa, e o ato de maus tratos está previsto no artigo 32 da mesma lei, com pena de detenção, de três meses a um ano, e multa.

A Polícia Militar Ambiental orienta que as denúncias sejam feitas através dos telefones
0800-0555-190, 181 (Disque Denúncia), EMERGÊNCIA 190, ou ainda diretamente às unidades da Polícia Militar Ambiental pelos telefones: (14) 3433.7199 – Marília; (14) 3496.5884 – Tupã; (18) 3323.5111 – Assis; (14) 3322.3077 – Ourinhos.

sp_marilia_policia_ambiental_resgata_passaros_cativeiro_2

sp_marilia_policia_ambiental_resgata_passaros_cativeiro_3

sp_marilia_policia_ambiental_resgata_passaros_cativeiro_1 sp_marilia_policia_ambiental_resgata_passaros_cativeiro_5

Por Rafael Gonçalves de Oliveira

Fonte: Polícia Militar Ambiental de Marília

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.