Policial homenageado é preso por estuprar animais

Policial homenageado é preso por estuprar animais
Terry Yetman foi encaminhado ao Centro Penitenciário de Segurança Máxima de Bossier, na Louisiana

Um agente do Departamento de Polícia na Louisiana filmou a si mesmo fazendo sexo com animais, incluindo pelo menos um que ele mantinha como mascote, informaram as autoridades estaduais. Na quarta-feira (19), Terry Yetman, de 36 anos, lotado em Bossier City, entregou-se à polícia depois que a investigação iniciada em agosto levou a um mandado de busca por alguns aparatos eletrônicos, detalhou a Polícia Estadual da Louisiana, na quinta-feira (20). Os detetives então encontraram pornografia envolvendo atos sexuais com animais nos aparelhos. Terry entregou-se voluntariamente depois de saber que haviam sido emitidos mandados de prisão em nome dele.

Yetman foi encaminhado ao Centro Penitenciário de Segurança Máxima de Bossier como resultado das 20 acusações de abuso sexual de animais por ter feito sexo com um animal e 20 acusações de abuso sexual de animais por ter filmado tais ações.

É provável que sejam apresentadas acusações novas, informaram os representantes da Polícia Estadual. As autoridades não detalharam que animais foram sodomizados por Yetman, mas o porta-voz da Polícia Estadual detalhou que um animal tutelado pelo policial foi resgatado e enviado a um local seguro.

“Esta investigação ainda está em andamento e é possível que ainda sejam apresentadas novas acusações”, disse o patrulheiro Glenn Younger.

Terry, que trabalhava como patrulheiro desde 2014, foi afastado da função pelo Departamento de Polícia de Bossier City, após as autoridades terem tomado conhecimento das investigações em novembro. Ele continuará afastado, recebendo salário, enquanto aguarda a resolução do caso, informou o porta-voz da polícia. Ele foi homenageado esse ano pela atuação no combate e conscientização sobre a violência doméstica.

Até sexta-feira (21), Yetman estava detido sob a fiança de US$ 350 mil, segundo dados da penitenciária.

Por Leonardo Ferreira

Fonte: Brazilian Voice

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