PR: Londrina pode receber centro de zoonoses do Estado; entenda

PR: Londrina pode receber centro de zoonoses do Estado; entenda

Começa a ser debatido pelo Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), na sessão da próxima segunda-feira (6), o projeto de lei nº 267/15, do deputado Wilmar Reichembach (PSC), propondo a implantação de centros de zoonoses nos municípios-sede das Regionais de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), entre eles Londrina. O objetivo, segundo Reichembach, é controlar o número de cães e gatos nas cidades, proteger animais domésticos que sofrem maus-tratos e também inibir a disseminação de pragas e doenças que envolvem essas populações e podem atingir humanos.

PR Londrina centro zoonoses

Na justificativa da proposta o deputado argumenta que, além de contribuir nos cuidados com a saúde das pessoas, o centro de zoonoses atenderá animais domésticos abandonados e que sofrem maus tratos. “Os animais que vivem nas ruas não recebem cuidados veterinários e geram consequências para a comunidade, seja pela disseminação de pragas e outras doenças ou pela ocorrência de inúmeros acidentes,” acrescenta. De acordo com Reichembach, a instituição de centros de zoonoses é um pleito antigo em cidades de todo o estado. Diversas organizações não-governamentais e outras entidades associadas já solicitaram a implantação desse serviço, argumentando que os que existem no Paraná não conseguem atender toda a demanda. Entre as doenças passíveis de alastramento ele cita, como as mais comuns, a sarna, as micoses e as verminoses.

A cidade de Londrina, por exemplo, espera por um centro de zoonoses há pelo menos cinco anos, quando a administração do então prefeito Barbosa Neto (PDT) divulgou que havia captado recursos, junto ao Governo Federal, para a construção da unidade.

De lá para cá, entretanto, o município ganhou apenas um canil, localizado nas proximidades da Fazenda Refúgio (zona sul). A atual administração chegou a realizar uma audiência para discutir o impasse com os animais abandonados em 2013, mas o projeto não andou nos últimos anos.

Fonte: Bonde

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