Profepa denunciou aos caçadores do puma em Nuevo León, México

Profepa denunciou aos caçadores do puma em Nuevo León, México

Os encarregados dos direitos dos animais no México denunciaram as pessoas que caçaram um puma em Nuevo León. Por este delito também está sendo investigado o ex-prefeito da mesma cidade.

Dois caçadores compartilharam em suas redes uma foto carregando ao animal morto depois de assassiná-lo.

Além disso, publicaram um vídeo onde aparecem os dois homens em plena caça de um puma em Neuvo León. Nas fotos eles seguram o corpo morto do animal como se fosse um troféu.

Isto aconteceu no dia 3 de fevereiro em um rancho que se encontra entre Coahuilá e Nuevo León.

Profepa apresentou uma denúncia formal

A organização Reflorestamento Extremo denunciou os feitos através do Facebook.
“Está sendo apresentada uma denúncia penal e precisamos da ajuda de cada mexicano para podermos identifica-lo”, postaram em seu Facebook.

Também no vídeo, é possível ouvir a voz de um homem, que é quem aponta a arma, dizendo: “Olhem para ele, nada mais, bendito seja Deus”. Isto acontece enquanto o grupo de cães caçadores latiam fortemente ao felino.

Esses caçadores foram identificados como Maurício e Waine Nelisson.

No meio disso tudo, a Procuradora de Proteção ao Meio-Ambiente, sinalizou uma denúncia contra quem seja que resulte responsável perante a Procuradoria Geral da República.
Para apoiar isso, foram entregues para a Polícia os vídeo e as fotografias publicadas pelos caçadores.

As autoridades comentaram que a pena pelo delito de caça do puma recebe uma pena de até 10 anos de prisão. Também podem pedir uma multa de trezentos a três mil dias de trabalho comunitário.

O ex-prefeito de Neuvo León também postou fotos com um puma morto

O ex-prefeito de Nuevo León, Gerardo Martínez também publicou em suas redes uma foto posando com o cadáver de um puma. Não se sabe até agora se se trata do mesmo animal de puma de Nuevo León da outra denúncia.

Entretanto, já se iniciaram as investigações para determinar se o ex-prefeito também pode ser penalizado pelo delito.

Por Emy Cartaya / Tradução de Alice Wehrle Gomide

Fonte: Segundo Enfoque

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