Projeto recolhe tampinhas plásticas para vender e custear castrações de animais de rua na Grande Cuiabá, no MT

Projeto recolhe tampinhas plásticas para vender e custear castrações de animais de rua na Grande Cuiabá, no MT
'Tampatinhas' arrecada tampinhas de garrafas para ajudar animais abandonados — Foto: João Reis/ Setasc-MT

Um projeto criado por voluntários está arrecadando tampinhas plásticas há cerca de dois meses para vender e custear castrações em animais de rua abandonados e que são vítimas de maus-tratos.

O ‘Tampatinhas’ já conta com 50 unidades coletoras espalhadas por diversos pontos em Cuiabá e Várzea Grande. Os pontos de coleta são: Setasc, Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral (Jardim Imperial), nos condomínios: Rio Manso, Rio Claro, Rio Cachoeirinha e Belvedere. Sede do Detran, Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Café Havana – Shopping Pantanal, Papelaria Universitária, CETEPS, Petshop Mundo Animal – Shopping Estação, Petshop Agropev Cuiabá e VG, Clínica Bellus e Hotel Novo Lar, dentre outros.

Podem ser doadas desde tampinhas de garrafas pet, passando por tampas de produtos de limpeza, de xampu, de creme dental, de hidratantes, de óleo de cozinha, de requeijão, de margarina, de sucos, de maionese, de molhos prontos e de condicionador de cabelo, por exemplo.

A única orientação é de que antes do descarte nos pontos de coleta, as tampinhas sejam lavadas para evitar a proliferação de odores e bactérias.

Setasc é ponto de coleta do projeto 'Tampatinha' — Foto: João Reis/ Setasc-MT
Setasc é ponto de coleta do projeto ‘Tampatinha’ — Foto: João Reis/ Setasc-MT

A idealizadora do projeto, Kelly Rondon, explicou que o ‘Tampatinhas’ tem preocupação com a causa animal e ambiental.

Segundo ela, para castrar um gato são necessários 200 quilos de tampinhas para atingir o valor de uma castração. Já para um cachorro, são 400 quilos.

“O projeto ainda visa retirar do meio ambientes quilos e mais quilos de materiais que podem ser reciclados, que se acumulam com facilidade nos leitos e margens de rio, córregos e nascentes e gerar renda”, explicou.

Fonte: G1

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.