Cachorra da raça pitbull morreu depois de ser atingida por facadas em Itapeva (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Protetora de animais mata pit bull que pegou um gato em Itapeva, SP

Uma mulher esfaqueou uma cadela da raça pit bull depois do animal escapar e pegar um gato na Vila Santana, em Itapeva (SP), na tarde deste sábado (9).

Segundo a Polícia Civil, um boletim de ocorrência da violência contra animais foi registrado pelo tutor da pit bull.

De acordo com a polícia, a mulher, que é protetora de animais, não foi presa. Mas, se for condenada, pode pegar detenção de três meses a um ano e pagamento de multa.

A polícia informou ainda que o animal foi ferido por três golpes de faca, ele chegou a ser levado para uma clínica veterinária, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O gato que a cachorra teria pego, não ficou ferido.

De acordo com o tutor da cachorra, Leandro Michel, Mel tinha três anos e era dócil, brincalhona e nunca tinha feito mal a ninguém.

“Ela era como minha filha. Minha esposa está grávida e eu queria que ela crescesse com a Mel. Só quero que essa mulher pague pelo que fez”, diz Leandro.

A mulher vai prestar depoimento na delegacia da cidade nesta segunda-feira (11).

Fonte: G1


Nota do Olhar Animal: Não fica claro na matéria quem é que atribui a esta mulher a condição de “protetora de animais”. A noticia indica que ela não agiu como uma, mas o texto não detalha muito as circunstâncias em que ocorreu essa violência. Entendemos que “protetora de animais” não é um cargo, não é uma função. É uma postura e uma forma de agir em relação a estes seres. Portanto, alguém deixa de ser “protetor” no momento em que abandona esta postura e deixa de agir em defesa dos animais.

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