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Protetores de animais usam redes sociais para facilitar adoção em Manaus, AM

AM Manaus protetores redes sociais

O maior alcance das redes virou cenário de solidariedade para ONGs e Grupos protetores de animais. Através destes meios, os grupos divulgam os pets que precisam de lar, marcam feiras de adoção e conquistam mais pessoas para ajudar.
 
Entre os casos, está o da Associação Portal dos Anjos Manaus (APAM) que, hoje, procura casas para 158 bichinhos, entre cães e gatos. A presidente da APAM, Janaína Bandeira, informou que durante seis anos a atuação do grupo acontece de forma voluntária e que as redes sociais ajudam na hora de divulgação. 
 
“Hoje, o nosso grupo tem 4 gatos e 144 cachorros que estão distribuídos em lares temporários e clínicas. No nosso facebook conseguimos encontrar interessados nos animais e ter o primeiro contato para conhecer os possíveis novos tutores do animal”, explicou. 
 
De acordo com o presidente do grupo União de Política Animal em Manaus, Diego Alencar, a capital abriga dez ONGs e grupos de protetores. Alencar explica, ainda, que o  grupo atua diretamente em ações de políticas públicas, porém também possue quinze animais disponíveis para a adoção distribuídos em casas dos vinte voluntários. “A principal forma de maus-tratos dos animais é o abandono, tanto que a gente já encara como um problema de saúde pública”, afirma. 
 
Adoção responsável
 
Para combater situações de descuido, os voluntários da causa animal defendem a adoção responsável através de um termo legal. Conforme explica uma das fundadoras da ONG ComPaixão Animal, Saskya Canizo, antes de assinar o Termo de Adoção Responsável, o “adotante” passa por uma entrevista. A ONG busca por famílias interessadas em 14 gatos e quatro cães. 
 
“Mesmo o contato sendo pela rede social, fazemos uma  mini-entrevista com a pessoa para avaliar se ela e os outros moradores da casa estão preparadas para receber o animal e marcamos de conhecer a residência. Depois o animal tem o período de adaptação,  para depois finalizarmos o processo de adoção com o Termo”, explicou. 
 
“É dar a oportunidade para o animal que tem uma história de sofrimento e precisa voltar pro seu ao seu bem estar. Após a adoção, o animal acaba se tornando um membro da família. A gente preza pela adoção, pois o animal não é um objeto, somos contra a venda. Não podemos dar um valor a um animal, não podemos vender vidas”, afirmou Diego Alencar da UPA.

Fonte: D24 AM

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