Quatro meses de prisão para o homem que enforcou dois cães na Espanha

Quatro meses de prisão para o homem que enforcou dois cães na Espanha

O condenado matou os dois animais porque eles se infiltraram em seu quintal e mataram duas galinhas.

Um morador de Riberos de la Cueza, província de  Palencia, na Espanha, foi condenado a quatro meses de prisão por crime de maus-tratos a animal, depois de enforcar dois cães que mataram duas galinhas que ele tinha em seu quintal.

O dono dos dois cães denunciou o desaparecimento de sua casa localizada na mesma cidade. Segundo a Guardia Civil, os animais escaparam da casa depois de escavar uma parede de adobe e acessaram o quintal da casa vizinha.

O condenado, de 50 anos, havia encontrado os dois cães e decidido enforcá-los em retaliação por terem matado suas duas galinhas. Agora, o Tribunal Penal número 1 de Palencia condenou este homem a uma pena de 4 meses de prisão e 16 meses de proibição especial para o exercício da profissão ou do comércio que tenha relação com os animais, bem como da posse destes.

Onda de casos

Não foi o único caso de violência contra animais na província de Palencia. Um homem de 25 anos e morador da capital foi condenado por um crime de abandono de animais, por não ter tratado de um cão de sua propriedade que foi encontrado em estado de abandono e desnutrição.

O Tribunal de Primeira Instância e Instrução n º 5 de Palencia o condenou a pagar uma multa de 360 euros, e a proibição especial de um ano para o exercício da profissão, comércio ou atividade que esteja relacionada com animais, bem como a posse de animais. Além disso, terá que arcar com os custos causados pelo processo judicial e as despesas geradas para a clínica veterinária para a qual o animal foi levado.

Nos últimos dias, também conhecemos o terrível caso de um filhote que morreu em  Bilbao, depois que seu dono o jogou da varanda de uma pensão onde ele morava. Uma organização protetora de animais denunciou o caso perante a prefeitura da cidade basca, que está investigando o ocorrido.

Tradução de Flavia Luchetti

Fonte: El Confidencial 

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