Recém-inaugurado, Centro de Atenção à Saúde Animal atende gratuitamente em Florianópolis, SC

Recém-inaugurado, Centro de Atenção à Saúde Animal atende gratuitamente em Florianópolis, SC

Um espaço de 5.720 metros quadrados, inaugurado pela Prefeitura de Florianópolis nesta terça-feira (12), poderá atender gratuitamente animais de pessoas com baixa renda e ampliar as castrações e serviços para os bichinhos. O Casa (Centro de Atenção à Saúde Animal) fica localizado no bairro Itacorubi, no espaço que antes servia como a sede da Dibea (Diretoria de Bem-Estar Animal).

O espaço, segundo a prefeitura, estava esquecido e passava por dificuldades para atender as demandas de maus-tratos na cidade. A inauguração foi reservada aos servidores que já atuam no local, para evitar aglomerações de pessoas, respeitando as determinações para não disseminação da Covid-19.

O Casa conta com área de soltura animal, bloco cirúrgico, banho e tosa além de espaço para administração e atuação do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). A ordem de serviço para o início das obras de reforma e ampliação da Dibea foi assinada em outubro de 2018, pelo prefeito Gean Loureiro.

Centros cirúrgicos e canis também foram ampliados com novos equipamentos e melhores condições para execução dos trabalhos. O novo bloco cirúrgico conta com a área total de cerca de 304 metros quadrados.

Novo CASA é uma das maiores estruturas do país de atenção à saúde dos animais – Foto: Leonardo Sousa/PMF/Divulgação/ND

Os dois canis e o gatil têm aproximadamente 341 metros quadrados, além de um espaço com mais de 200 metros quadrados para uma área de soltura animal. Será neste local que os animais resgatados que vivem na Dibea poderão ressocializar uns com os outros e se exercitar.

O Casa também conta com um auditório reformado, onde projetos educativos para crianças, jovens e adultos poderão ser retomados após a quarentena.

Os espaços do Centro de Controle de Zoonoses, anexo ao local, também foram ampliados para atuação das equipes. Elas trabalham no combate à proliferação de dengue, caramujos africanos, leishmaniose e raiva, por exemplo.

Fonte: ND Mais Notícias


Nota do Olhar Animal: É ótima esta iniciativa. Mas, incoerentemente, a Prefeitura de Florianópolis (como algumas outras) mata os animais diagnosticados com leishmaniose e cujos tutores não têm recursos para o tratamento, punindo assim os tutores e, principalmente, os animais de famílias de baixa renda. A Prefeitura do sr. Gean Loureiro se nega a implementar política de controle não letal para os cães nestes casos, privilegiando esta política elitista.

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