Secretaria de Meio Ambiente recolhe capivara atropelada na Lagoa Maior, em Três Lagoas, MS

Secretaria de Meio Ambiente recolhe capivara atropelada na Lagoa Maior, em Três Lagoas, MS
Foto: Reprodução Internet

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agronegócio solicitou à Secretaria Municipal da Infraestrutura, Transporte e Trânsito a instalação de um redutor de velocidade na Avenida Aldair Rosa de Oliveira, na circular da Lagoa Maior, com a rua Taurino Ramires Rock. O pedido tem como justificativa o atropelamento de uma capivara na madrugada desta segunda-feira (16) e outros acidentes que ocorreram no local com vítima fatal.

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Celso Yamaguti, já ocorreram atropelamentos no mesmo local, além de uma motorista que colidiu com um poste da rede de energia. “O moradores locais reclamam do excesso de velocidade dos motoristas, por isso estou solicitando, a pedido do prefeito Angelo Guerreiro, a construção desse redutor de velocidade, não apenas pela segurança dos animais que vivem no local, mas principalmente pela população”, comentou.

De acordo com os moradores, a capivara teria sido atropelada durante a madrugada. A carcaça do animal foi recolhida no início da manhã de hoje (16).

Animais na Lagoa 

Ainda segundo o secretário Yamaguti, existe um estudo para definir qual será a destinação dos animais que vivem na Lagoa Maior. “Não podemos, por hora, intervir de qualquer maneira, ou seja, não podemos remover ou mesmo cercar a área interna da lagoa sem a conclusão e homologação do Plano de Manejo, pois somente esse estudo é que irá determinar qual a melhor maneira de lidar com esse problema”, ressaltou.

O secretário reforçou ainda que todo o processo será extensamente discutido com os órgãos de meio ambiente, instituições de pesquisa e sociedade. “Precisamos ser sensatos na hora de discutir esse assunto, afinal é um problema grande e que afeta não apenas os animais, mas os cidadãos que utilizam o local para lazer. É importante também uma maior consciência da população, seja ao trafegar ao redor da lagoa, seja no modo de convívio com os animais, principalmente quando se trata dos jacarés”, explicou.

Fonte: O Progresso 

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.