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Suspeitos de crimes ambientais são presos em várias partes do Brasil

Fiscais do Ibama estão usando uma nova arma contra crimes ambientais. São fotos e vídeos que os próprios infratores postam na internet.

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Fiscais do Ibama estão usando uma nova arma contra crimes ambientais. São fotos e vídeos que os próprios infratores postam na internet.

A onça morta é exibida como troféu. O caçador mostra orgulhoso a cobra abatida. É comum esse tipo de foto na internet. Tão comum que fiscais do Ibama passaram a usar o computador para identificar infratores.

Pelas fotos e descrições, eles conseguem achar os criminosos. E dependendo do crime, a exposição sai cara. Quarenta mil reais foi a multa para um caçador de sapo.

Nos últimos meses os fiscais passaram horas e horas em frente aos computadores. As denúncias iam chegando e eles monitoravam tudo. Nessa caçada virtual, 96 pessoas foram identificadas e multadas. Essa foi a primeira vez que o Ibama fez esse tipo de operação, usando a internet.

“A pessoa acaba publicando ali como um troféu, muitas vezes, e a gente acaba investigando, monitorando e a gente consegue analisar os ilícitos e identificar muitos infratores”, diz Ana Carolina Dias Oliveira, analista ambiental IBAMA.

Às vezes os fiscais do Ibama trabalham como detetives. Um rapaz que matou um tatu foi identificado pela placa da moto.

As multas aplicadas em todo o país somam R$ 3 milhões. Criminosos foram identificados em 19 estados. São Paulo, Rio e Pará concentram a maioria dos casos de crimes contra animais silvestres.

Um homem colocou na internet um vídeo em que ele aparece pegando um tatu no meio da rodovia. E parecia orgulhoso. “Vamos destruir o planeta”, diz ele no vídeo.

Mas foi pego e teve que pagar R$ 1,5 mil de multa por abuso contra animal silvestre.

Fonte: G1

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