Sanjiv tem sete anos de idade e é uma das atrações do zoológico de Topeka, no Kansas — Foto: Reprodução/Facebook/Topeka Zoo

Tigre ataca tratadora em zoológico nos Estados Unidos

Um tigre de Sumatra atacou uma tratadora na manhã deste sábado (20) no zoológico de Topeka, no estado de Kansas, Estados Unidos. A mulher sofreu cortes e perfurações na parte de trás da cabeça, no pescoço, costas e em um dos braços, mas não corre risco de vida.

Segundo o diretor do zoo, Brendan Willey, ela estava consciente quando foi socorrida e levada a um hospital e seu estado é estável.

Willey afirmou ainda que uma investigação está em andamento para descobrir porque ela estava no local ao mesmo tempo que o tigre, já que a funcionária trabalhava há anos no zoológico e tinha experiência na manutenção do espaço. O serviço era feito diariamente apenas quando o animal não estava ali.

Segundo o diretor, Sanjiv, de sete anos de idade, apenas agiu de acordo com seus instintos ao atacar a tratadora, e em nenhum momento foi cogitado matar o tigre, de uma espécie rara. “Embora este seja um incidente muito infeliz, ele fez o que um animal selvagem faz, o que um tigre selvagem faz”, explicou Willey em uma entrevista coletiva horas depois do ataque.

A funcionária, que não teve seu nome divulgado, foi salva por colegas que estavam no recinto dos elefantes, que fica bastante próximo. Eles ouviram gritos e chegaram em minutos, conseguindo atrair o tigre para outro setor, que foi então fechado, deixando Sanjiv isolado.

O zoo estava aberto e alguns visitantes testemunharam o ataque. O recinto dos tigres tem atraído grande público nos últimos dias porque recentemente quatro filhotes, filhos de Sanjiv, foram liberados para serem expostos pela primeira vez desde que nasceram.

Após o incidente, o zoo chegou a ficar fechado por algumas horas, mas foi reaberto no período da tarde. O setor dos tigres, no entanto, permaneceu inacessível aos visitantes durante todo o sábado.

Fonte: G1

Nota do Olhar Animal: Os zoológicos, além de condenarem os animais à prisão perpétua, são locais comumente inseguros para o público e equipes da própria instituição. Além de ataques, as fugas de animais também são frequentes.

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