Veterinária mantinha gato sem cabeça e carcaça de coelho em casa

Veterinária mantinha gato sem cabeça e carcaça de coelho em casa
Imagem cedida ao Metrópoles

Equipes da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) resgataram 12 animais mantidos em situação de maus-tratos, na casa de uma médica veterinária de 30 anos, no Distrito Federal.

A Polícia Civil (PCDF) informou que, na última quinta-feira (9/5), policiais iniciaram uma ação no imóvel e encontram oito cachorros, um coelho, uma ovelha e dois gatos. Os animais estavam sozinhos, sem água ou comida.

Além disso, o ambiente era fétido, com fezes de bichos espalhadas por todo o local e, na varanda da casa, dentro de uma lata de lixo, havia uma carcaça de animal semelhante a um coelho, em decomposição e com larvas em volta, segundo a PCDF. Os policiais encontraram, ainda, um gato sem cabeça.

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Sem encontrarem a veterinária em casa no momento da operação, os policiais descobriram que ela estaria em um local conhecido como Monte de Oração, em Samambaia.

No endereço comunicado, os policiais encontraram o veículo da veterinária e, dentro do carro, um cachorro morto enrolado em um pano, além de diversas roupas, seringas e ampolas de medicação.

A investigada não foi localizada pela polícia, caso contrário teria sido presa em flagrante pelos policiais da 38ª DP. As equipes resgataram os animais achados na casa dela e os levaram para um lar temporário, onde receberam os cuidados necessários.

Cavalo em loja, ovelha de vestido e cachorros em jaula

Há um ano, a mesma veterinária havia sido autuada por maus-tratos contra animais.

Durante uma ação da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), em uma clínica veterinária no Assentamento 26 de Setembro, os investigadores encontraram uma égua, um potro, um filhote de ovelha – que usava um vestido –, cinco coelhos, três cães e três gatos.

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A veterinária manteve ao menos 14 bichos dentro da loja e, durante uma semana, dividiu os cômodos e morou com os animais.

A polícia chegou ao endereço após receber informações de anônimos. À época, após a constatação do crime, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aplicou uma multa de R$ 3.960 à denunciada.

Por Nathália Cardim, Carlos Carone e Mirelle Pinheiro

Fonte: Metrópoles

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