Veterinária não deveria ser processada, elegem os leitores do Tribuna do Ceará

Veterinária não deveria ser processada, elegem os leitores do Tribuna do Ceará

Veterinária foi processada por não sacrificar um cachorro com leishmaniose. “Não concordo” foi a resposta mais clicada com 91% dos votos

Por Deborah Tavares

Você concorda com a punição imposta pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária para a profissional cearense após se recusar a sacrificar um animal? Tribuna do Ceará perguntou ao seus leitores em uma enquete e “não concordo” foi a resposta mais clicada com 91% dos votos.

Karina Paiva é veterinária cearense e está respondendo um processo por tratar uma cadela com leishmaniose. Segundo Célio Pires Garcia, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinário do Estado do Ceará, tratar o animal não seria permitido.

“Apenas um caso em Mato Grosso do Sul, quando um juiz concedeu uma liminar e liberou o tratamento de um animal com a doença”, disse Célio, que afirma que os concelhos estaduais seguem ordens do concelho federal. A veterinária é conhecida por oferecer tratamentos em animais por um preço mais popular, além de apoiar ONGs que protegem esses animais. Veja mais detalhes sobre o caso.

Foram 363 pessoas que votaram na enquete, gerando várias discussões no Facebook:

Ceara enquete veterinaria nao deveria ser processada2

Ceara enquete veterinaria nao deveria ser processada3

Ceara enquete veterinaria nao deveria ser processada4

Ceara enquete veterinaria nao deveria ser processada6

Ceara enquete veterinaria nao deveria ser processada7

Os comentários estavam divididos entre quem achou o ato do conselho um absurdo e quem concordou com ele. Alguns, ainda, disseram não concordar em sacrificar um animal, havendo a possibilidade de tratá-lo, mas que reconhecem o ato por ser uma doença perigosa com possível contágio para o homem. Ao todo, 6% da pessoas votaram “sim, concordo” e 4% “em partes”.

Gostou? Compartilhe!

Fonte: Tribuna do Ceará

Mais notícias

{module [427]}

{module [425]}

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.