Zoológicos foram palco de tragédias com humanos e animais ao longo do ano

Zoológicos foram palco de tragédias com humanos e animais ao longo do ano
Um menino caiu na jaula do gorila que foi sacrificado (Foto: Reprodução de vídeo)

Zoológicos de todo o mundo viveram um ano conturbado com acidentes provocando a morte de visitantes e o abate de animais, trazendo à tona uma reflexão a respeito da existência deste tipo de entretenimento. Num dos casos mais polêmicos, um menino caiu na jaula de um gorila do zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos, em maio. O animal foi morto por tratadores após ter agarrado o menino de 4 anos que caiu em seu cercado de cativeiro.

Também em maio um jovem com problemas mentais entrou na jaula dos leões no zoológico de Santiago, no Chile, resultando na morte de dois animais para protegê-lo. O jovem levou um mordida no pescoço e ficou em estado grave, mas estável. Para salvar a vida dele, as equipes agiram rápido e, seguindo protocolos legais, atiraram nos leões. Se tranquilizantes tivessem sido usados, ele provavelmente teria sido morto, porque os medicamentos demoram cerca de 5 minutos para fazerem efeito. Na ação, morreram o leão Manolo, que nasceu no parque, e a leoa La Flaca, que tinha sido resgatada de um circo. Após a tragédia, entidades de defesa dos animais intensificaram as campanhas para que o zoo de Santiago feche as portas.

Em julho, uma tratadora foi morta enquanto limpava a gaiola de um tigre na cidade costeira de Benidorm, na Espanha. A mulher de 37 anos foi atacada e equipes atiraram sedativos no tigre para tentar salvá-la, mas ela já estava morta. O parque estava aberto quando o ataque ocorreu, mas não foi visto por visitantes.

Também em julho uma menina de 7 anos morreu em um zoológico depois de ser atingida na cabeça por uma pedra lançada contra ela por um elefante. A tragédia aconteceu no jardim zoológico em Rabat, no Marrocos. A elefante fêmea chamada Assia pegou uma pedra em seu tronco e jogou para o alto atingindo a menina na parte de trás da cabeça. Ela ficou inconsciente, chegou a ser levada para um hospital mas morreu depois.

Fonte: Extra

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.