Dinake Nubia

Motorista de ônibus é preso com 17 animais silvestres congelados, em Goiás

Um homem foi preso na madrugada desta terça-feira (12/11) pela prática de crime ambiental, em Araguapaz, na região noroeste de Goiás, a aproximadamente 260 quilômetros de Goiânia. O motorista de ônibus foi preso com 17 animais silvestres congelados.

Os policiais militares do 2° BPMRv, receberam informações da 1ª CIPMA de Aruanã, sobre um transporte ilegal de animais silvestres praticado por um motorista de ônibus de uma empresa particular que faz a rota Mundo Novo/Goiânia, com distância de cerca de 419 quilômetros de uma cidade a outra.

Após a abordagem, durante revista veicular, os policiais constataram que o veículo transportava 17 animais silvestres abatidos e congelados, entre eles duas cutias, cinco jacarés e dez tatus.

Diante das circunstâncias, o motorista do ônibus foi preso em flagrante e autuado pelo crime de matar espécimes da fauna silvestre, previsto no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais. Os animais abatidos foram apreendidos e levados para a delegacia de Araguapaz.

Além do motorista de ônibus preso com 17 animais silvestres congelados, outros dois caçavam jacarés, em Goiás

Uma dupla de caçadores foi flagrada nesta semana com um jacaré de 4 metros no povoado de Luiz Alves, distrito de São Miguel do Araguaia, em Goiás. A prática, pega por uma operação fruto de uma parceria entre a Semad e a Polícia Militar Ambiental, constitui caça predatória, crime ambiental.

De acordo com informações da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), além do jacaré que foi descoberto com os caçadores, fiscais da pasta apreenderam 27 tarrafas, utilizadas para a pesca na região.

A secretaria disse também que não foi possível a doação da carne do jacaré para o consumo e, por isso, de acordo com a Lei de Crime Ambiental, o animal teve que ser destruído com fogo.

Os caçadores foram encaminhados para a delegacia da cidade, onde foram emitidos quatro autos de infração. As multas de caça predatória variam de R$ 700 a R$ 10 mil reais e, contra a fauna silvestre, o valor é de R$ 500 por pessoa.

Por Dinake Nubia

Fonte: Dia Online

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